segunda-feira, 20 de setembro de 2010

O homem e a pedra

Podemos comparar a pedra com o homem, fazendo assim uma alusão entre os dois, temos que ela, em seu estado bruto, acha-se disforme e longe da perfeição, precisando ser trabalhada. Do mesmo modo, este trabalho de lapidagem pode ocorrer com o ser humano. Qualquer bloco de pedra pode esconder uma bela escultura até mesmo um anjo, contudo, aquele que desejar ver, deverá extrair os excessos; as partes que a encobrem, libertando assim todo o cascalho excedente que impede a imagem de ser vista.
Imagem original: lifebiologia
A evolução do homem passa pelo mesmo, por isso usa-se termos como: “És como o vinho do Porto” quanto mais velho melhor ou ainda como: O Diabo é Sábio porquê é muito velho”. Na realidade o que conta no trabalho do artista é a sabedoria adquirida através das experiências e vivências e è esta sabedoria que vai plasmar à imagem desejada na pedra.
Este conhecimento é usado de 2 formas, um com o sentido do domínio do material e o outro com o sentido espiritual. Esta forma alusiva de conhecimento sobre a referência “PEDRA”, já era usada pelos antigos. Muitos povos referenciam os ensinamentos baseados na palavra “PEDRA”, com um sentido figurado.
Por exemplo.
O nome “PEDRO”, quer dizer pedra, os doze trabalhos de “HÉRCULES”, um deles foi feito e faz referência a “GIBRALTAR” e está associado ao sexo, e ainda há as “RUNAS” que são pedras mágicas que funcionam através de um “MANTRA” e ainda existe nos nossos dias diversos cultos que utilizam como forma de estudo e compreensão a referência “PEDRA”.
Quando vemos um artista escultor como “ARTUR BRANCO”, podemos imaginar através dele e da sua arte quê o resultado da sua criação é muito mais do que uma escultura bonita e esta escultura pode ser interpretada e valorizada de diversas maneiras dependendo de quem a vê.



quinta-feira, 12 de março de 2009

quarta-feira, 22 de outubro de 2008

Amarrações.

Imagem original. quebarato.
rituais e magias

http://www.blogger.com/post-edit.g?blogID=
Amarrar e amarração.
Trabalho feito e encomendado, geralmente por mulheres.
A pessoa que tem seu nome como alvo de um trabalho de amarração não consegue realizar nem mesmo acções mais simples. Como comer, divertir-se, dormir e trabalhar. Se tiver namorada, acabará por deixa-la e perderá o interesse por ela.
A mulher que encomendou o trabalho, antes era desprezada por aquele homem, mas agora as portas estão abertas, e as entidades da luxúria e da manipulação vão trabalhar de modo a empurrar a vítima até ela, que neste momento, como uma caçadora espera ansiosa pela presa. A vítima de tamanha armadilha, acaba por cair cedo ou tarde, seus sentimentos mudam por aquela pessoa que fez o trabalho, antes eram de raiva, indiferente ou normal, Todos os sentimentos negativos por aquela pessoa, agora arrancados de sua mente e coração, dão lugar a uma nova realidade repleta de apego, desejo incontrolável de estar ao lado e desejo sexual ardente.
Coitada dessa pessoa, seus amigos mais chegados e família, apercebem-se que alguma coisa não está bem, mas o quê?
Só alguém com conhecimentos é que poderá ajudar e aperceber-se do que se passa.
A pessoa vítima de trabalho pode resistir, mas sofrerá muito e será infeliz.
A pessoa que está sendo manipulada, verá na sua agressora, formosura onde não há e sentirá desejo de estar com ela.
É claro que essa bruxa vai pagar cedo ou tarde pelos crimes. Essa pessoa que está sobre efeito desse trabalho, não está evoluindo e está perdendo o seu tempo na Terra, por causa de um egoísmo de um ego de mulher.
Nenhum Anjo ou entidade de luz, faz esse tipo de trabalho, somente pessoas e entidades que se encontra em níveis baixos, é que fazem e contribuem para desarmonia do ser humano.

sexta-feira, 10 de outubro de 2008

Existem vários tipos de rituais.

Imagem original:quebarato
rituais e magias

O que queremos abordar aqui é os rituais espirituais.

Os rituais, são variados: Podem ser de invocação, de agradecimento, energéticos, de pagamento, e todos eles obedecem leis.

As leis abrangem horários, por exemplo, antes da meia-noite, depois da meia noite, pelo amanhecer e etc...

Depois há também regras, como pedir ajuda divina, a um ser de luz, ao povo da rua.

Há também as oferendas.
As oferendas estão ligadas as essências da evolução espiritual de cada ser que se faz o pedido.

As velas devem ser acendidas de uma forma interiorizada, a vela branca é de uso geral, havendo a possibilidade de vir a substituir qualquer uma das outras cores, com excepção da preta.

As cores das velas também tem importância.

Uma vela é apenas um cilindro de parafina com um pavio que serve para iluminar ambientes escuros, mas com a Interiorização e fé a vela se torna um instrumento de magia capaz de estabelecer contacto directo com planos sutís e entidades.

Á velas que são construídas e benzidas e também consagradas, servem para atingir determinados objectivos, e também para ser usada em outros tipos de magia.

Quando vamos a FÁTIMA, vemos milhares de pessoas a queimarem velas sem qualquer sentido, estão a perder tempo e dinheiro, pois o que nos liga ao Divino é os sentimentos que pomos no acto de acender a vela. É como as pessoas que andam anos na Igreja, e não mudam a sua maneira de ser, isso é fé morta.
A fé morta é pior que a ignorância, e quando andamos nos sítios e não aprendemos, pioramos o nosso estado neste plano espiritual.

Algumas definições de rituais.




Um ritual é um conjunto de gestos, palavras e formalidades, várias vezes atribuídas de um valor simbólico, cuja performance das quais é usualmente prescrita por uma religião ou pelas tradições da comunidade. Um ritual pode ser executado a intervalos regulares, ou em situações específicas. Pode ser executado por um único indivíduo, um grupo, ou por uma comunidade inteira; em locais arbitrários, específicos, ou diante de determinadas pessoas. Um ritual pode ser restrito a certo subgrupo da comunidade, e pode permitir ou sublinhar a passagem entre condições sociais ou religiosas.
Os propósitos dos rituais são variados, eles incluem a concordância com obrigações religiosas ou ideais, satisfação de necessidades espirituais ou emocionais dos praticantes, fortalecimento de laços sociais, demonstração de respeito ou submissão, estabelecendo afiliação, obtendo aceitação social ou aprovação para certo evento - ou, às vezes, apenas pelo prazer do ritual em si.
Rituais de vários tipos são característicos de quase todas sociedades humanas conhecidas, passadas ou actuais. Elas podem incluir os vários ritos de adoração e sacramentos de religiões organizadas e cultos, mas também os ritos de passagem de certas sociedades, coroação, posse presidencial, casamentos e funerais, eventos desportivos, dentre outros. Várias actividades que são ostensivamente executadas para concretizar propósitos, como uma execução de pena de morte, e simpósios científicos, são carregados com acções simbólicas prescritas por regulamentos ou tradição, e portanto parcialmente ritualísticas por natureza. Várias acções comuns como aperto de mão ou dizer oi são rituais.
Qualquer atitude repetida de igual forma mais de uma vez pode ser considerada um ritual. Porém um ritual não precisa ser necessariamente sem lógica. Por exemplo: Para alguém sair com um automóvel precisa cumprir com um "ritual". Algo mais ou menos assim: - Desactivar o alarme; - Abrir a porta; - Entrar no carro; - Fechar a porta; - Colocar o cinto de segurança; - Checar os retrovisores (internos e externos); - Verificar se o câmbio está no "ponto morto" (ou neutro); - Dar a partida; - Sinalizar a saída; - Observar o trânsito e - Arrancar o veículo.
Isto pode ser considerado um ritual se você segue sempre o mesmo padrão. E nada do que foi descrito acima pode ser definido como algo sem sentido. Todas as acções descritas no exemplo tem um motivo lógico e sensato de ser feito.

segunda-feira, 6 de outubro de 2008